sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Um beijo...

... pra mim, que, ouvindo Someone Like You da Adele e olhando pra foto do meu porta canetas comecei a chorar no meio do escritório.

#FUCK

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Why do I have to believe?

Eu costumava responder qualquer pergunta a respeito de coisas que eu queria, ou que precisava com "I hope, so..."
Até que um dia alguém me disse "Don't hope, BELIEVE!" e por mais difícil que fosse, eu realmente tentava.

Mas tudo muda. Tudo mudou.

Pra melhor? Por vezes eu acho que sim, mas não posso ter certeza.
Se está melhor, por que me sinto do mesmo jeito?
A única coisa que tenho certeza é de que não piorou. Não por enquanto, pelo menos.

Na verdade, não entendo.

Era MESMO pra estar tudo bem. Tenho MUITO mais motivos pra acreditar, agora, do que jamais tive.
Motivos.
Razões.
Pessoas.
A pessoa.

O que me falta?

O que me faz feliz?

Eu sei o que me deixa bem. O único problema é que não posso ter as coisas que me fazem bem o tempo todo. E o tempo em que não as tenho, eu fico mal.

It feels like I'm vanishing...

Parece que faltam coisas.
Sinto saudades não sei de que.

Está difícil agora, e estou cansando de ACREDITAR.

Preciso ver, mas não vejo.
Preciso saber, mas não sei.

Simplesmente... PRECISO.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Sometimes...

... we are like stars. We fall to make someone's wish come true.


Seu sonho está se tornando realidade cada vez que eu caio mais.
Não pertenço mais ao céu.
Mas sempre vou pertencer a você.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

A coisa mais relativa do mundo...

Tempo.

Pra mim, os últimos dois anos parecem bem mais rápidos do que os últimos três meses. Os últimos três meses passaram como se fosse uma vida. Os dois anos, de repente, parecem ter voado.
Dois...?! Quatro.
Quatro anos que passaram rápido demais em comparação com os primeiros meses desse ano.

Não, não pelo fato isolado. É mais um lance de estar ou não completa. Estar, ou melhor, SER feliz e se afogar em depressão.

E aí, sábado... nem parece que foram dois anos né?!

Parece que foi ontem.
Uma conversa normal no MSN. Um convite: "Vem aqui". Uma aventura, loucura. Uma desconfiança.
Chegar lá, conversa normal, mas mais íntima. Carinho. Outro convite: "Quer ver meu quarto?". Mais desconfiança. Hesitar? NÃO... A espera foi longa. Dois anos. Mas podia não acontecer.
A tremedeira (de ambos). A lentidão dos movimentos. Chegar no quarto e ficar em pé, enquanto ele sentava na cama. E mais convite: "Senta aqui do meu lado". Pensei 'estou bem de pé' mas por uma fração de segundos. Afinal, não podia ser ruim, podia?!
Sim, podia. Não era o certo. O certo seria eu esperar. O certo seria fazê-lo esperar. O certo era ser sensata. Mas o amor (sim, amor, não só desejo) falou mais alto.
Sentar sem olhar pra ele e meio longe. Ele chegar mais perto. Sussurro: "Posso te beijar?". Assim. Uma pergunta. a coisa mais doce que já me aconteceu.
Eu sabia que estava tremendo. Não existia mais mundo fora do quarto. Era o meu mundo. Tudo o mais não tinha importância. Eu podia senti-lo tremendo também. Respondi um 'pode, ué' com um sorriso nos lábios e sem conseguir respirar.

Aconteceu. O beijo mais doce. Não sei quanto tempo durou esse primeiro. Podem ter sido segundos, minutos, horas, DIAS... eu não teria me importado.
Mas depois do primeiro veio o segundo, terceiro... rolando na cama de solteiro com o cheiro DELE.
E de repente não havia mais camisas. Nem minha, nem dele. E PAROU POR AÍ.
Porque o fato importante foram os primeiros beijos. Os meus primeiros beijos. Os dele.
O importante era o contato. Boca com boca. Pele com pele.
E sim, foram só beijos. Não me arrependo. Foi realmente melhor sem as camisas. Sentir o calor, o desejo, o AMOR.
Sentir os tremores. Sentir o coração dele batendo junto e perto do meu. Mais perto do que qualquer um um dia vai estar dele (isso é um fato, já que sou destrocardíaca, ou seja, meu coração é do lado direito, então fica mais perto do qualquer coração quando abraço as pessoas). Mas era mais especial.

O ritmo foi perfeito. Parecia coreografia ensaiada. PER-FEI-TO. Não tem outra descrição.

Nada na minha vida foi tão perfeito quanto aquele momento.

Mas tinha que acabar, afinal, não poderiam me encontrar lá. E eu tinha aula.

Últimos beijos no sofá.
E O PORTÃO FAZ BARULHO.
Alguém estava abrindo o portão.
Tive que me esconder nos fundos.
Ele teve que disfarçar.

Saí engatinhando pela janela da cozinha, onde a mãe dele começou a lavar alguma coisa.
Passei correndo pela porta da sala.
Esperei ele vir fingindo levar o lixo pra fora.
Saí.

MISSÃO IMPOSSÍVEL!
Quase passei engatinhando pela janela cantando a musiquinha.

E daí que quase tínhamos sido pegos?
Eu o beijara. O resto que se explodisse naquele momento.

E foi com o maior sorriso que já dei na minha vida que passei muito tempo.


Parece que foi ontem.
Me lembro de cada detalhe.
Ok, não cada detalhe. Não me lembro por exemplo com que roupa ele estava, já que decididamente cheguei constrangida demais pra olhar pra ele.
E depois ele estava de short e sem camiseta. ENFIM.
Me lembro de tudo. Como um filme.
Me lembrei de tudo sábado. Como um filme antigo no repeat. Cada momento no replay.

SÓ dois anos.
Antes parecia uma vida. antes, parecia que aquilo tinha sido a muitas vidas. Uma coisa natural. Uma coisa que sempre foi feita.

Mas agora parece que foi tudo tão rápido. Etéreo. Como fumaça.

E minha vida se estende por três meses. Como três vidas. Três eras.
Existia o antes, sem importância. Existiu a minha vida. E existe o agora, somente sobrevivência.

Mas eu nunca vou esquecer aquele olhar. O tremor nas vozes. A falta de ar. A lentidão dos movimentos. E a pergunta. SIM, A PERGUNTA!

Sábado fez dois anos.
"Comemorei" sozinha. Com as minhas lembranças.

Enquanto outra comemoração (independente, ERRADA) acontecia. Sem ser esquecida por mim. Mas sem que eu sequer fosse lembrada.

terça-feira, 29 de março de 2011

Saudades do que não era meu

Senti saudade da FEI esses dias. Muita saudade.
Mas enfim... o que a FEI tem a ver comigo?

Foi meu refúgio na pior briga que eu tive aqui em casa. Num momento de grande sofrimento, saí sem rumo e fui parar lá.
Foi divertido. Esqueci da briga depois de um tempo. Me diverti assistindo aula. Me diverti quando o professor descobriu que eu não era da sala e ficou zuando com a minha cara. Foi muito bom.
Não foi o único dia que assisti aulas lá.
Não foi o único dia que me refugiei lá.
Teve semana de eu estar mais presente na FEI do que na Metô.

Senti muita saudade daquele lugar.


Senti falta de ter sempre bônus... ou melhor... de nunca ter bônus no celular.
Tempos em que meus 30 reais iam em uma só ligação. Ou em milhares de mensagens durante o dia inteiro.
Acabar com os bônus muuuito antes da meia-noite e ficar esperando ansiosa pra cairem de novo.
Agora eles sobram. Sobram de monte.


Sempre que acontece alguma coisa marcante, seja engraçada, triste, alegre ou simplesmente incomum (as vezes até comum mesmo...) eu quero pegar o telefone e contar pra alguém.
Sinto falta de ter alguém assim.
Não tenho pra quem ligar.
Ninguém que entenda o motivo por eu simplesmente ligar a todo momento.

Sinto falta de poder usar meu celular como uma válvula de escape quando não tenho mais a que recorrer.


Saudades da época que gostava, amava ir pra faculdade.
Agora é quase uma sessão de tortura.


Não tenho NENHUM refúgio anymore... And it's killing me.
Slowly killing me.



To cansada.
Cansada de tentar ser forte.
Nunca me mostrei forte, e sou constantemente criticada por isso.
Mas se vissem o esforço que eu faço pra ser desse jeito, talvez pudessem entender.
Ou não.


I miss my sweet scape.
Os meus refúgios... todos eles.

quinta-feira, 24 de março de 2011

The place with no return...

OU There's no turning back...

Estava twittando, normalmente, sobre a saudade que me deu da época do meu 2º EM e descobri que deve ter sido uma das épocas mais felizes da minha vida. Se não A mais feliz.

Foi antes. Ou melhor, no começo de tudo.
Foi antes.
Foi o fim, a descoberta e o começo.

Ia pra escola de carro com a minha mãe e voltava na perua da Tia Lucimar. (Nada de busão lotado e ter q arranjar dinheiro pra passagem.)
Não tinha muitas responsabilidades.
Eu tinha um emprego legal.
Pagava meu curso de inglês e adorava de paixão a minha professora.
Tinha um fake (ou vários fakes) no orkut.
Tinha amigos e amigas de verdade, que estavam comigo em qualquer hora e pra qualquer coisa.
Tinha meus amigos virtuais. (Três deles são meus amigos até hoje. Ou melhor, um deles é meu irmão, um é minha utopia e uma é minha amiga.)
Tinha um namorado até mais ou menos o meio do ano.
Me apaixonei por alguém que mora em Uberlândia.
Ganhei um presente de aniversário de 16 anos maravilhoso. (Meu celular lindo Sony Ericson que eu tava babando e morrendo de vontade de ter.)
Me apaixonei pelo meu melhor amigo.
Fiquei do meio até quase o final do ano pra conquistar e fazer o "melhor amigo" entender que eu era apaixonada por ele e que faria qualquer coisa pra gente ficar junto.
Consegui.
Descobri o que era AMAR.

Nem tudo pode ser considerado ótimo, agora.
Quem sabe.
Se eu pudesse voltar, acho que escolheria ir pra Fevereiro daquele ano.
É, isso aí.

Vontade de voltar pra Fevereiro de 2007.

Muitas coisas seriam diferentes.
Muitas coisas eu poderia mudar.
Muitas coisas não teriam sido em vão. Eu não teria perdido tanta coisa. Tanto tempo.

Eu seria outra.

E tudo o que eu mais quero é isso: ser outra pessoa.

sábado, 5 de março de 2011

Sonhos: Eu definitivamente estou fazendo isso errado

CARNAVAL UHUL not.
Sexta de carnaval começou "bem"... Minha irmãzinha de 7 meses foi internada com bronquiolite.
Eu desanimada com a entrevista na Abril.
Dia inteiro no sofá com a preguiça montada em mim.
Faculdade.

O melhor foi chegar 19h40 e ser liberada 20h30. Gastei dinheiro de boba. Sai de casa de boba.
Não estava com pique de voltar pra casa, mas estava uma garoa monstra e eu não tinha o que fazer. Aí comecei a pensar que em épocas diferentes bastava um telefonema e eu arrumava ao menos companhia para conversar até 23h. Épocas diferentes...

E tudo veio parar no meu cérebro como um vírus. Just like Inception.
E foi comendo meu cérebro, se alojou lá.

Um telefonema. Era o que eu precisava. Um telefonema pra pessoa certa.

"Alô, gostaria de falar com a Vick?!"

"Faala, Kathlyn."


Ajudou. Na hora. Depois as coisas voltaram e eu não conseguia me distrair o suficiente. Ainda ouvia ecos dos meus pensamentos.

Hoje, acordar cedo, arrumar a casa pra minha mãe e irmã voltarem.
Elas não vão voltar hoje. Quero minha irmã. Quero minha mãe.

Vou chorar a qualquer momento. Tô sentindo isso desde ontem.
Preciso chorar. Mas não vou.

Por que eu não consigo simplesmente esquecer?
Superar é uma coisa... mas eu queria mesmo esquecer daquele sentimento.
Por vezes eu sinto que estou melhorando no meu controle. Mas aí eu descubro que eles foram pra praia juntos. De novo. O fato que me levou a ruína, se repetindo.
Eu ruí de novo.

Sozinha no feriado. Sem nada pra fazer. Sem uma ocupação...
Eu daria qualquer coisa pra estar trabalhando AGORA.
Pra trabalhar o feriado inteiro. Não ter tempo pra pensar.

Queria uma distração. Queria uma ocupação.

Parei pra pensar melhor e percebi uma coisa.
De todos os meus maiores sonhos, eu conheço alguém que os realizou.

Ser aceita pela família do meu (ex)namorado: uma garota de QUINZE ANOS consegue... e eu não. Nunca consegui. Mesmo tendo a mesma idade. Passando por tudo o que eu passei. A espera. Os anos lutando. Passando pelas mesmas coisas, pelas mesas fases. Eu não servi. Mas ELA serve. Com QUINZE ANOS.

Londres: já foram. Conheço mais de uma pessoa que foi. Fez intercâmbio ou só passeou.

Abril: Tem gente que eu conheço trabalhando lá.

O Mundo Mágico de Harry Potter: já foram. Compraram coisas. Deram presentes.

Namorar: HA HA HA HA HA. Tanta gente que não merece. Não sabe dar valor. E tem.

Será que existe solução pra isso?
Acho que é eu parar de sonhar. Ou parar de me relacionar com pessoas. Me isolar. Virar eremita =]

Cada coisa acrescenta uma pedrinha ao meu fardo. Tá ficando difícil carregar. Mais do que eu imaginava.

Melhorou quando me desapeguei do amoor. Eu consegui me desapegar do amoor. Mas ainda machuca. Algumas coisas ricocheteiam e sobram pra mim. Vertem e se convertem e me atingem.

E eu sangro.
E eu tento não chorar.

Mas tá ficando difícil carregar. Aguentar.

Mais do que eu imaginava.

Do you care if I don't know what to say?
Will you sleep tonight?
Will you think of me?
Will I shake this off
Pretend its all okay?
That there's someone out there who feels just like me
There is (?)

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Rir e sorrir

Sou uma pessoa alegre. Feliz, nem sempre. Mas é muito fácil me fazer sorrir. Mais fácil ainda é me fazer rir.
Eu começo a rir de/por qualquer coisa (ou as vezes de nada). Não tenho vergonha de rir no meio da rua, simplesmente por um pensamento engraçado que apareceu na minha cabeça; ou aquela parte especial da música; ou ver alguém fazendo algo errado.

Adoro sorrir também, embora ultimamente tenha ficado mais difícil.

A diferença pra mim está aí. Você consegue rir sem estar feliz. mas aco que um sorriso sincero tem que ter algo a mais. Felicidade, admiração, apreço, carinho, amor.

O riso é uma demonstração de alegria. O sorriso é felicidade.
Pra mim. Minha insignificante opinião.

Eu consigo sorrir em qualquer lugar e a qualquer momento. Se é um sorriso sincero é outra coisa.
Tem gente que percebe. Engraçado.
Eu acho que todos poderiam perceber, ou percebem. Mas é mais cômodo fingir que n~~ao viu o lampejo da tristeza passar pelos meus olhos. Fingir que estou feliz de verdade parece que deixa os outros felizes também.
E quem sou eu pra destruir a felicidade de alguém?!
Uma pessoa só destrói a sua felicidade se você deixa.

Gosto de ser sincera. Quando perguntam:
"Tudo bem?"
eu sempre quero responder:
"Na verdade não. Está acontecendo tanta coisa e nada ao mesmo tempo. Estou tão perdida."
Mas as pessoas não gostam de sinceridade. E convenhamos, ninguém tem nada a ver e nem se interessa pelos meus problemas. É mais fácil pretend com um simples:
"Tô bem, e você? ;)"


Tem gente que tem que me aguentar. Falo mesmo. Não to bem, quero contar dos meus problemas e a galera tem que ouvir. Galera. Não... poucas pessoas. Podem não se importar, mas me ouvem. E isso já é bom.

São as mesmas que me fazem rir sempre.

Podem não saber, mas são fundamentais...
São as que me fazem sorrir.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Chove chuva

E começou com uma chuva inesperada. Chuva torrencial, com gotas grandes e intensas e vento. Na saída da faculdade.
Com um detalhe: camiseta branca.

Fui na chuva, óbvio. E lá sou eu de ficar de mimimi e com medo de me molhar? Logo eu que adooooro uma chuva e me molhar? Não sou de açúcar, embora seja um doce, my dear xD
Mas camiseta branca...?! xiiiiiiiiii...

Nem liguei. Sai na chuva e fui que fui. Escutei um "Nooossa, uma gatinha tooda molhadinha... Prazer, Fábio." Acho que era isso, Fábio. Dane-se. Nem olhei. E cheguei ao meu destino.
OK.
Foi quando percebi que a coisa tava um pouco pior do que eu pensava. Aeee, fiz a festa da galera, uhuul. Nem ligo... Tava com um sutiã/top. Não tava ligando mesmo. E fui tranquila pegar ônibus.

Aí comecei a pensar. E cheguei a conclusão que não tenho muito pudor. Nem pra falar, nem pra me expressar. Eu mantenho certo nível pela sociedade, mas por mim...? Sutiã e biquini são quase a mesma coisa. Que mal há?

E estava pensando nisso. Em fazer um texto sobre sutiãs e meu pudor. Reativar meu blog, sabe como é. Mas cheguei ao centro de São Bernardo. Depois daqueeeeela chuva.
Já tinha visto fotos, visto na TV, vídeos, relatos... mas foi a minha primeira enchente.
Fiquei eufórica. Achei divertidíssimo ficar presa por causa da enchente. Eu não estava no meio dela. Eu estava dentro do ônibus. Sentada.

Registrei o ocorrido:


A qualidade está péssima, o vidro estava molhado e a resolução do meu celular é uma bosta pra fotos escuras. Enfim. Tinham pessoas subindo na grade no terminal.

Não era OH MAS QUE ENCHENTE DEVASTADORA!, tava mais pra O PIOR JÁ PASSOU E A ÁGUA TÁ BAIXANDO.

E tinham carros passando. MOTOS passando.
E o motorista do ônibus esperando. Depois descobri porque.

As vias normais estavam inundadas totalmente.
E o jeito foi passar pela linha do trólebus, que é mais alta, já que fica em cima do córrego canalizado. Que é o que faz encher e dar a enchente.

Legal né?!


Pegar o ônibus 22h30 no Rudge Ramos e chegar em casa 00h15. Foi o TOP NA BALADA desses últimos tempo.

A primeira enchente a gente nunca esquece. A minha foi dia 22/02/2011.
Dia 22... me lembra alguma coisa.
Mas eu não quero lembrar disso. Não posso.

E o post sobre pudor e sutiãs fica pra depois ;)

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

A Bela e a Pauta

Era uma vez uma garotinha que foi fazer a entrevista dos sonhos no final do ano passado. Chegou, deslumbrada, após duas fases de um processo seletivo duro e com muitas pessoas, ao prédio da Editora Abril.

Foi encaminhada para a redação da revista Ana Maria.

Durante a entrevista, uma das editoras da revista pediu que ela sugerisse uma ideia de pauta que achava que combinasse com aquele tipo de editoria. Não demorando nem um minuto pra pensar, disse: "Nunca vi nenhuma revista dar dicas de esmaltes para pessoas pensando no tom de pele delas, nem todos os esmaltes ficam bem em todas as mulheres. Seria legal falar sobre o esmalte certo para cada tipo de pele!"

A editora adorou. Fez um escarcéu. Disse que nunca tinha pensado naquilo. Que era uma boa pauta.

Chegando em casa, a garotinha eufórica conta para a mãe sobre a entrevista. A mãe acha a idéia da pauta um pouco fraca. Acha que sua filha poderia ter pensado em algo mais elaborado.

ENFIM

Mas a BRILHANTE garotinha não passou na entrevista. Ficou triste. Decepcionada consigo mesma.

Mas ENFIM, a vida tinha que continuar!

Ao chegar em casa certa noite (cerca de 2 meses depois), encontra um exemplar da revista Ana Maria pousado em cima de seu travesseiro. Ela não dá importância. Nem repara na capa da revista direito.

Mas a mãe da boba garota, pede para ela pegar o exemplar da tal revista e olhar, REPARAR, na capa.

EIS QUE ela se depara com a seguinte chamada em um canto "O ESMALTE ideal para cada tom de pele!" circulado, a caneta, pela sua própria mãe.

Ninguém viveu feliz para sempre. Muito menos FELIZ.

E FIM

O choque foi o suficiente.