terça-feira, 29 de março de 2011

Saudades do que não era meu

Senti saudade da FEI esses dias. Muita saudade.
Mas enfim... o que a FEI tem a ver comigo?

Foi meu refúgio na pior briga que eu tive aqui em casa. Num momento de grande sofrimento, saí sem rumo e fui parar lá.
Foi divertido. Esqueci da briga depois de um tempo. Me diverti assistindo aula. Me diverti quando o professor descobriu que eu não era da sala e ficou zuando com a minha cara. Foi muito bom.
Não foi o único dia que assisti aulas lá.
Não foi o único dia que me refugiei lá.
Teve semana de eu estar mais presente na FEI do que na Metô.

Senti muita saudade daquele lugar.


Senti falta de ter sempre bônus... ou melhor... de nunca ter bônus no celular.
Tempos em que meus 30 reais iam em uma só ligação. Ou em milhares de mensagens durante o dia inteiro.
Acabar com os bônus muuuito antes da meia-noite e ficar esperando ansiosa pra cairem de novo.
Agora eles sobram. Sobram de monte.


Sempre que acontece alguma coisa marcante, seja engraçada, triste, alegre ou simplesmente incomum (as vezes até comum mesmo...) eu quero pegar o telefone e contar pra alguém.
Sinto falta de ter alguém assim.
Não tenho pra quem ligar.
Ninguém que entenda o motivo por eu simplesmente ligar a todo momento.

Sinto falta de poder usar meu celular como uma válvula de escape quando não tenho mais a que recorrer.


Saudades da época que gostava, amava ir pra faculdade.
Agora é quase uma sessão de tortura.


Não tenho NENHUM refúgio anymore... And it's killing me.
Slowly killing me.



To cansada.
Cansada de tentar ser forte.
Nunca me mostrei forte, e sou constantemente criticada por isso.
Mas se vissem o esforço que eu faço pra ser desse jeito, talvez pudessem entender.
Ou não.


I miss my sweet scape.
Os meus refúgios... todos eles.

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